Correio Braziliense: três perguntas para Dácia Ibiapina 

Prédios ainda sem nenhum destino certo, no Distrito Federal, que, desocupados, permanecem como esqueletos estruturais numa capital que expurga e desqualifica a atuação de alguns movimentos sociais. Com olhar inquieto e diante da intranquilidade desse fatores, a cineasta Dácia Ibiapina agiu, com a câmera na mão e a mentalidade voltada para os efeitos da injustiça.

“Viver requer ter opinião e lutar pelo direito de expressar essa opinião. A liberdade de expressão é essencial à democracia. Não abro mão de ter opinião e de expressar a visão nos filmes. A mídia faz isso. Só que muitas vezes não assume que lado tem”, observa a diretora.

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